falaste?
turvaste a água!
é morte de homem?
a que cheira então?
isso que fede é o cheiro da injúria, da afronta
da escória da memória.
falaste, soltaste a língua
abriste a palavra aos outros:
vem-te à boca agora
o hálito alheio
e respiras o sabor
do que tinhas engolido.
vai à lenha e volta
a novidade espera.
onde ir à água que a não deixes turva
e aonde te vais mostrar
que não te exponhas ao mundo?
da rama estéril, quem fala?
a inveja visa é lá, é onde tem.
hálito alheio:
memória da escória.
Amálgama de palavras, sons e imagens em busca de dias sempre leves ou escreve um poema e bebe um copo que isso passa
‘Esperança’, essa coisa de penas feita | Emily Dickinson
‘Esperança’, essa coisa de penas feita – Que assenta na alma – E trauteia a melodia sem quaisquer palavras – E nunca pára, de forma al...
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‘Esperança’, essa coisa de penas feita – Que assenta na alma – E trauteia a melodia sem quaisquer palavras – E nunca pára, de forma al...
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Se é sempre Outono o rir das Primaveras, Castelos, um a um, deixa-os cair... Que a vida é um constante derruir De palácios do Reino das...