


A questão de quem eu era consumia-me.
Convenci-me de que não chegaria a encontrar a imagem
da pessoa que eu
era: Os segundos passaram. O que em mim subiu à superfície
mergulhou e voltou a desaparecer. E no entanto senti que
o momento da minha primeira investidura
foi o momento em que comecei a representar-me –
o momento em que comecei a viver – gradualmente – segundo a
segundo – ininterruptamente – Oh, mente, que estás tu a fazer! –
queres ficar oculta ou queres ser vista? –
E o vestido – como te assenta bem! – iluminado
pelos olhos dos
outros,
Convenci-me de que não chegaria a encontrar a imagem
da pessoa que eu
era: Os segundos passaram. O que em mim subiu à superfície
mergulhou e voltou a desaparecer. E no entanto senti que
o momento da minha primeira investidura
foi o momento em que comecei a representar-me –
o momento em que comecei a viver – gradualmente – segundo a
segundo – ininterruptamente – Oh, mente, que estás tu a fazer! –
queres ficar oculta ou queres ser vista? –
E o vestido – como te assenta bem! – iluminado
pelos olhos dos
outros,
a chorar –