
Depois, há outra questão: apesar de as saídas de emergência estarem devidamente assinaladas, não foi ponderado na estrutura do edifício um outro tipo de saída, do género quando já estamos a avistar alguém que simplesmente não queremos cumprimentar e não há saída possível dado o estado labírintico da coisa. Atirar-me para o chão e fingir um ataque de epilepsia não é razoável, muito menos partir um vidro e saltar para o frondoso jardim, sequer a pretensão liliputiana de ter mirrado!